Ou escolha por área — toque no cálculo e vá direto:
Cálculo de semeadura em função do PMS
Quanto de semente comprar, em quilogramas, conhecendo o peso de mil sementes
Semente necessária por hectare e para a área total
Considera o ajuste por germinação. Adicione 5–10% extras quando o vigor for limitante.
Regulagem de semeadora de fluxo contínuo
Calibração por giros da roda — método simples e confiável para cereais e alguns sistemas de soja
Deposição em kg/ha por linha
DP = R × 2 × π. Em seguida, o peso coletado em N giros é convertido para hectare via NC do espaçamento.
População de plantas por hectare
Conversões entre plantas/m linear, plantas/m² e plantas/ha
A partir do espaçamento e plantas por metro linear
Conversão entre plantas/m² ↔ plantas/ha ↔ plantas/m linear
Avaliação de plantabilidade — falhas e duplas
Distância ideal = 100 / (plantas por metro). Limites em 0,5× e 1,5× da ideal.
Faixas-limite de falha, normal e dupla
Coeficiente de variação no plantio
CV das distâncias entre plantas — métrica agregada da uniformidade longitudinal
Média, desvio padrão e CV (%)
Cole as distâncias entre plantas vizinhas (em cm) separadas por vírgula ou espaço. Mín. 5 valores.
Volume de calda para tratamento de sementes
Cálculo direto do volume total a preparar para um lote
Volume total de calda
Volume (L) = (kg de semente) × (mL/kg) ÷ 1.000
Estimativa de produtividade — Soja
População × legumes/planta × grãos/legume × PMG. Resultado bruto e com quebra técnica.
Produtividade estimada em kg/ha e sc/ha
Estimativa de produtividade — Milho (contagem)
Método robusto, aplicável antes da maturação — basta conhecer o PMG do híbrido
Produtividade estimada
Estimativa de produtividade — Milho (pesagem)
Em maturação plena: pesagem das espigas + desconto de umidade
Sacos por hectare bruto e líquido
Estimativa de produtividade — Algodão
Capulhos por metro × peso médio do capulho × m lineares/ha
Algodão em caroço e estimativa de pluma
Estimativa de produtividade — Trigo
Espigas/m² × grãos/espiga × PMG ÷ 100
Produtividade em kg/ha e sc/ha
Estimativa de produtividade — Canola
Plantas/m² × síliquas/pl × grãos/síliqua × PMG ÷ 100
Produtividade em kg/ha
Perdas na colheita — Soja
Embrapa: aceitável até 1 sc/ha (60 kg/ha) de perdas totais
Perdas em kg/ha e sc/ha
Perdas na colheita — Milho
Embrapa: aceitável até 2 sc/ha (120 kg/ha)
Diagnóstico por componente
Conversão de unidades de análise de solo
cmolc, mg/dm³, kg/ha, óxidos e formas iônicas
Conversor universal
CTC, V%, m% e relações de cátions
Diagnóstico completo a partir do laudo
Indicadores integrados
Calagem por saturação por bases (V%)
Método clássico — com ajuste de PRNT e umidade
Necessidade de calcário comercial em t/ha
NC = [(V₂ − V₁) × T ÷ PRNT] ÷ (1 − Umidade/100)
Calagem pela solução tampão SMP
Método oficial em RS e SC — tabela CQFS
Dose de calcário comercial
A tabela retorna a dose para PRNT 100% (seco). Em seguida, ajustamos para o produto comercial.
Calagem por neutralização de Al + Ca/Mg
Método para Cerrado e estados do Sudeste
NC pela combinação de Al e exigência de Ca+Mg
NC = [Y × (Al³⁺ − (mt × t ÷ 100)) + (X − (Ca + Mg))] × 100 ÷ PRNT
Calagem com foco no cálcio
Silvino Moreira et al., 2025 — meta de 60% da CTC pH 7 em Ca
Nova fórmula — t/ha de calcário comercial
NC = [((0,6 × T) − Ca) × 5600] ÷ (%CaO × PRNT) ÷ (1 − Umidade/100)
Calagem para elevar Ca+Mg a 3 cmolc/dm³
Zancanaro et al. (2019) — solos arenosos do Cerrado
NC simplificada
NC = [(3 − (Ca + Mg)) × 100] ÷ PRNT
Fator de incorporação do calcário
Quando se usa grade pesada — ajuste pela profundidade de mistura
Dose ajustada pelo diâmetro do disco da grade
Regulagem de calcariadeira
Quantos quilos o distribuidor deve aplicar num percurso conhecido para atingir a dose desejada
Aferição por percurso conhecido
Percorra uma distância conhecida com o distribuidor, pese (ou recolha) o que foi aplicado e compare com o valor esperado.
Gessagem por CTC efetiva — Caires & Guimarães
Mais usada no Sul e em sistemas de plantio direto
Necessidade de gesso em kg/ha
NG = (0,6 × CTCe − Ca²⁺) × 6,4 × 1.000
Gessagem por argila — Sousa & Lobato
Embrapa Cerrados — Latossolos e Argissolos
NG em função do teor de argila
NG (kg/ha) = 50 × % argila
Ajuste de umidade do gesso comercial
Umidade típica: 10 a 18%
NG comercial
NG comercial = NG seco ÷ (1 − Umidade/100)
Correção de Fósforo — Mehlich-1
Fator f varia conforme classe de argila
Necessidade de P₂O₅ em kg/ha
NC P = (P alvo − P atual) × f
Correção de Fósforo — Resina
Oficial em SP, com FC pelo pH
Necessidade de P₂O₅ via Resina
NC P = (P alvo − P atual) × 4,5 × FC
Correção de Potássio
Elevação do K trocável até o alvo da CTC
NC K em kg K₂O/ha
NC K = (K alvo − K atual) × 391 × 2 × 1,205 (≈ × 942), com K em cmolc/dm³ — camada de 0–20 cm
Correção de Magnésio
Quando a calagem dolomítica não basta
NC Mg em kg MgO/ha
NC Mg = (Mg alvo − Mg atual) × 2.000
Conversão para produto comercial
Quanto comprar em kg do produto, dado o teor de garantia
Dose comercial em kg/ha
Dose comercial = Dose nutriente × 100 ÷ Teor de garantia
Adubação de manutenção — Fósforo
Repõe o P₂O₅ exportado na colheita
P de manutenção em kg P₂O₅/ha
P manut = Produtividade × Exportação por saca
Adubação de manutenção — Potássio
Repõe o K₂O exportado pela cultura
K de manutenção em kg K₂O/ha
Adubação nitrogenada para milho
Balanço com MOS, crédito da cultura anterior e perdas da fonte
N total e dose comercial
N a aplicar = (Prod × Exp N) − N MOS − N crédito; dose comercial considera eficiência
Custo por kg de N
Comparação econômica entre fontes nitrogenadas
R$ por kg de nitrogênio puro
Custo = Preço da tonelada ÷ (% N × 10)
Tratamento de sementes — dose por saca
Conversão da recomendação por hectare em mL/saca
Dose do produto por saca de semente
Dose por saca = Dose por ha × kg/saca ÷ kg de semente por ha
Limites de segurança — N + K₂O no sulco
Excesso causa salinidade, dano à semente e morte de plântulas
Limite máximo no sulco
Taxa de adubo a lanço — método das bandejas
Taxa = Massa coletada × 10.000 ÷ Área coletada
Taxa de aplicação em kg/ha
Custo do ponto NPK
Comparação correta entre formulações de fertilizante
R$ por ponto NPK
Custo do ponto = Preço da tonelada ÷ (%N + %P₂O₅ + %K₂O)
Vazão da ponta de pulverização
Q = (V × v × E) ÷ 60.000
Vazão por bico em L/min
Calibração de pulverizador terrestre
Verificação no campo do volume de calda real
Velocidade real e volume de calda
CV entre pontas da barra
Calcule a vazão ideal, colete o volume de cada ponta no tempo escolhido e avalie a uniformidade da barra
Vazão ideal, coleta por ponta e CV
Passo 1: informe a regulagem para saber a vazão ideal e a meta de coleta. Passo 2: gere as células, colete e anote o volume de cada ponta. Passo 3: calcule o CV.
Uniformidade da barra — gráfico e CV por seção
Colete a vazão das pontas com o coletor, veja o perfil de distribuição da barra e o CV geral e por seção (esquerda, meio e direita)
Verificação de vazão ponta a ponta
Passo 1: informe o nº de pontas da barra, o tempo de coleta e quais pontas vai coletar (velocidade e espaçamento convertem a vazão em L/ha). Passo 2: gere os campos e anote o volume coletado (mL) de cada ponta. Passo 3: calcule.
Patinagem dos rodados
Diagnóstico de tração e lastragem
% de patinagem
Patinagem = [(Nv − Nc) ÷ Nv] × 100
Lastragem do trator
Distribuição de peso por eixo segundo o tipo de operação
Peso total e distribuição por eixo
Capacidade efetiva de campo
Cct teórica × eficiência operacional
Cct e Cce em ha/h
Cct = (L × v) ÷ 10 | Cce = Cct × Ec
Custo hora-máquina
Custos fixos + variáveis por hora de operação
R$/h do conjunto
Tempo total de operação
Cálculo de janela operacional
Horas e jornadas necessárias
Tempo (h) = Área ÷ Cce
Índice de Área Foliar
Coeficientes específicos por cultura
IAF a partir de medidas de folha
Necessidade hídrica — ETc
ETc = ETo × Kc
Demanda hídrica diária e na janela
Soma térmica — graus-dia (GDU)
Preveja o florescimento e a colheita pelo acúmulo térmico do híbrido/cultivar — com clima automático da sua região ou temperaturas informadas
Previsão de estádios pela exigência térmica
GDU do dia = (T máx + T mín) ÷ 2 − T base, com T máx limitada ao teto e T mín não menor que a base. A exigência em GDU vem do catálogo da semente.
Exportação de nutrientes por cultura
Calculadora baseada nas tabelas compiladas do guia
Exportação total dada a produtividade
Exportação de nutrientes — Cafeeiro
Macronutrientes exportados por saca beneficiada (60 kg) — conilon e arábica
Exportação pela produtividade em sacas beneficiadas
Exportação de nutrientes — Cana-de-açúcar
Extração por colmos e folhas a cada 100 t colhidas
Extração e exportação pela produtividade de colmos
Balanço de nutrientes da safra
Some a exportação de todos os cultivos do ano — por híbrido/cultivar ou pela média dos materiais — e compare com a adubação aplicada
Exportação do ano × adubação: o extrato do solo
Monte a sequência de cultivos do ano agrícola (ex.: soja + milho safrinha), escolha o material (ou a média) e informe a produtividade de cada um. Depois, lance a adubação aplicada no ano para ver o saldo.
Adubação aplicada no ano (soma de base + coberturas, em kg/ha — deixe 0 se quiser só a exportação):
Semeadura de sementes graúdas — custos e logística
Sementes/ha, população final, sacas e big bags necessários e custo por hectare e por talhão
Planejamento completo da semeadura
Escolha o ponto de partida: nº de sementes por metro OU população final desejada.
Semente miúda — regulagem por coleta
Quanto coletar na regulagem para atingir as plantas/m² desejadas — e conferência a partir do que foi coletado
Meta de coleta e conferência da regulagem
Forrageiras — Valor Cultural e taxa de semeadura
VC = (Germinação × Pureza) ÷ 100. A taxa recomendada é corrigida pelo VC do lote
Taxa final, quantidade e custo
Regulagem por engrenagens da semeadora
Relação de transmissão (RT) entre motora e movida para atingir a quantidade desejada
Nova engrenagem movida
RT = dentes da motora ÷ dentes da movida. A RT ideal é proporcional à quantidade desejada.
Adubo na linha — regulagem por coleta e custos
Quanto coletar em X metros para conferir a dose; dose real a partir do coletado; custo do adubo
Quantidade a ser coletada na regulagem
Dose real a partir do que foi coletado
Custo do adubo formulado
Regulagem da máquina de tratamento de sementes
Receita da calda por 100 kg, vazões da máquina e custo total do tratamento
Receita da calda e custo dos produtos
Doses em mL por 100 kg de semente. Deixe em branco as linhas não usadas.
| Produto | Dose/100 kg (mL) | Preço (R$/L ou kg) |
|---|
Vazões da máquina — calda × semente
Custo do tratamento por hectare
Fertilizantes simples — dose de formulado por nutriente
Quantos kg/ha do fertilizante aplicar para entregar a dose desejada do nutriente — com os nutrientes secundários calculados automaticamente
Dose do fertilizante e nutrientes entregues
As concentrações vêm da tabela do guia e podem ser ajustadas conforme a garantia do produto.
Formulações NPK — dose, entrega e formulação
Três caminhos: quanto aplicar do formulado; quanto o formulado entrega; ou qual formulação atende as doses
Dose do formulado para suprir as necessidades
Usa-se a maior exigência entre os nutrientes — os demais ficam atendidos com sobra.
Nutrientes entregues por uma dose de formulado
Descobrir a formulação necessária
Dadas as doses de nutrientes e a dose total de formulado que se pretende aplicar.
Comparador de fórmulas NPK — pontos e custos
Compare até 5 fórmulas pelo custo do ponto, custo/ha e pontos entregues por hectare
Qual fórmula entrega mais nutriente pelo menor custo?
Preencha as linhas que quiser comparar; deixe o nome em branco para ignorar a linha.
| Nome comercial | Preço/ton (R$) | Dose (kg/ha) | N % | P % | K % |
|---|
Correção de Enxofre — Enxofre Relativo (NICRI-S)
O nível crítico de S depende do P-remanescente da análise. NICRI-S = 2,78 + 0,193146·Prem + 0,00098234·Prem²
Enxofre Relativo e necessidade de S
Elevação simples do teor de S
Correção de Boro e Zinco
Elevação de teor por meta direta e Zinco Relativo pelo NICRI-Zn (função do P-remanescente)
Boro — elevação do teor
Zinco — elevação do teor
Zinco Relativo (NICRI-Zn)
NICRI-Zn = 0,84 + 0,044895·√Prem + 0,0201273·Prem
Potássio — elevação de K na CTC
Eleva a participação do K a um percentual-alvo da CTC pH 7,0 (usual: 3% a 5%)
Necessidade de K₂O e de KCl
K "essencial" — relação K/√(Ca+Mg)
Fórmula antiga e pouco usada; adequado entre 0,13 e 0,20 para soja e trigo.
Calagem — elevação de Ca e Mg na CTC
Dose de calcário para elevar Ca e Mg a percentuais-alvo da CTC pH 7,0, conforme os teores de CaO e MgO do corretivo
Necessidade por Ca e por Mg
Gessagem pelo método da saturação por bases (V%)
NG (t/ha) = (V% esperada − V% atual) × CTC pH 7,0 ÷ 500 — Demattê (1986); Vitti et al. (2008)
Necessidade de gesso — subsolo (20–40 cm)
Dose no tanque — produto comercial e óleo
Quanto colocar no tanque do pulverizador a partir da dose/ha e do volume de calda
Produto comercial no tanque
Óleo no tanque (% do volume)
Matemática da Soja — estimativa completa com financeiro
Distribuição de legumes por nº de grãos, produtividade, perdas, faturamento bruto e líquido
Da contagem de legumes ao resultado financeiro
Conte os legumes de pelo menos 5 repetições de 1 a 3 metros por talhão, separando por nº de grãos.
Milho — pesagem com desconto de umidade e receita
Amostragem de linha, debulha e pesagem — com a tabela oficial de desconto por quebra de umidade (base 13%)
Produtividade bruta, líquida e receita
Conversor geral de unidades agronômicas
Todas as conversões da tabela do guia — teores de solo, nutrientes e formas de óxido
Conversão direta
Avaliação de plantabilidade com trena — CV, falhas e duplas
Estenda a trena na linha e anote a posição de cada planta (cm). O sistema calcula os espaçamentos, o CV e classifica falhas e duplas pela média de plantas por metro
Leituras da trena por ponto de amostragem
Defina quantos pontos vai avaliar e a meta de comprimento de cada um — com 3 m, as leituras da trena vão até 300 cm.
Painel admin — gestão de usuários
Libere cadastros, controle licenças e situação das contas
Contas cadastradas
Novos cadastros aparecem como "aguardando liberação". Defina a validade da licença e clique em salvar (✓) para aplicar.
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Ordem de adição de produtos no tanque
Monte a receita e receba a sequência correta de adição pela formulação, os totais por tanque e a concentração para o teste de compatibilidade
Receita, sequência e teste de compatibilidade
Preencha os produtos da calda com dose e tipo de formulação (deixe o nome em branco para ignorar a linha).
| Produto | Dose (kg ou L/ha) | Formulação |
|---|
Escolha da ponta e conversão entre marcas
Do volume de calda ao tamanho da ponta (GPM), com a pressão de trabalho de cada ponta e a tabela de equivalência entre fabricantes
Tamanho da ponta e pressão de trabalho
Vazão necessária = (volume × velocidade × espaçamento) ÷ 60.000. O tamanho (GPM) é a vazão ÷ 3,785, na pressão de referência de 40 PSI (≈2,8 bar).
Conversão de pontas entre marcas
Equivalências por família, tendo a linha TeeJet como referência.
| TeeJet (ref.) | Magno | Jacto (Albuz/Hypro) | Hypro | Arag · ISJ | Lechler | KGF | Kyumy | Micron | Agrotop |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| AI, TTI, AIXR | ADIA, STIA | AVI, JAI, CVI, JAP | DB, ULD | AFC, SFA, CFA | ID, IDK | RDA | KFAD-IA | AIR | Airmix, TD |
| AITTJ60 | ADIAD | AVI-TWIN | Guardian Air Twin | TFA | IDKT | RDAD | KFD-IA | DBAIR | TD HiSpeed |
| TT-VP | ST | — | Guardian-GRD | — | — | — | — | — | — |
| TTJ60-VP, TJ-VS | ADD | AXI-TWIN | TWINCAP | TFLD, TFS | DF | DLBD, DLAD | KFD | DB | — |
| TXA-VK, TX-VK | MAG, MGA | JA, ATR, JHC | HCX | HCC | TR | COAP/COI/JCV | KHCX, KHCV | HB | — |
| DCER-DC-CER, DE+DC | DDC | DC, J | — | HC | — | DCC, DCER, DCCP | KHCX, KHCV | — | DC+CR |
| TP | TP | JSF | FT | SF | ST | — | — | E | SPRAYMAX |
| FL-VS | MAG-CH, CH100 | — | FCX | — | — | — | KHCC | RN | — |
| TF-VP / TF-VS | TM | JDF, APM | AN, DT | DEF | FT | — | KDGA | DF | DT |
| XR-VK | BD | AXI, JUF | TR, VP | WR | LU, LU-C | — | KFBD | XP | — |
| DG-VP / DG-VS | AD | ADI, JLD | LD | LD | AD | LBD | KFAD | — | — |
| AITXA | CVIA | TVI | — | — | ITR | — | — | CA, TC | Airmix HC |
| AIUB, OC | PBIA, PB | AIOC, OCI | — | — | IS, IDKS, OC | — | — | — | — |
| SJ-3, SJ-7 | — | ESI, EXA | — | PSP | — | — | — | — | — |
| AI95E, DG95E, TPE, TJE | — | JEF | EFF | EF | — | — | — | — | — |
Dose pela densidade — fertilizante líquido (% m/m → g/L)
Descubra quantos g/L o produto realmente tem e calcule a dose em mL/ha para TS ou aplicação foliar
Da garantia do rótulo à dose no campo
g/L = % (m/m) × densidade (kg/L) × 10. Ex.: CoMo com 10% de Mo e densidade 1,39 → 139 g/L.
Delta T — condições do momento da aplicação
Com temperatura e umidade relativa, o sistema estima o ΔT (temperatura − bulbo úmido) e classifica a condição de pulverização
ΔT, vento e alerta de risco
Regulagem de bomba costal
Calibre a bomba costal em uma área conhecida e descubra o volume de calda e quanto produto colocar no tanque
Dados da bomba costal e da sua calibração
Pulverize água pura sobre a área de calibração no seu ritmo normal de trabalho e meça quanto gastou.
Perda por amassamento do pulverizador
Quanto da lavoura os rodados amassam a cada passada — em %, kg, sacas e reais
Perda estimada pelo rastro dos pneus
Perda (%) = (2 × largura do pneu) ÷ faixa de aplicação × 100 — dois rastros contínuos por passada.
Aplicação com drone — cálculo e execução da calda
Da taxa de aplicação à receita pronta: quanto de água e de cada produto para a área do dia e para cada tanque do drone
Cálculo de aplicação e execução da calda
A: taxa de aplicação · B: soma dos produtos por ha · C: água para 1 ha (C = A − B) · E: total de calda por área (A × área).
| Produto | Dose (L ou kg)/ha |
|---|
Consulta AGROFIT — produtos registrados
Busque defensivos e produtos fitossanitários registrados no Ministério da Agricultura por cultura, praga, marca ou ingrediente ativo
Busca de produtos formulados
Preencha um ou mais campos e busque. Fonte: base oficial AGROFIT (MAPA), via API da Embrapa. Requer internet.
Responde Agro — 500 Perguntas 500 Respostas
Pesquise nas obras da coleção da Embrapa: perguntas de produtores respondidas por pesquisadores
Busca de perguntas e respostas
Digite um assunto ou dúvida (ex.: "adubação nitrogenada no milho", "calagem", "mosca branca") e veja o que os pesquisadores da Embrapa respondem. Requer internet.
Bioinsumos — biológicos e inoculantes
Busque produtos biológicos de controle de pragas e inoculantes registrados no Ministério da Agricultura
Busca de bioinsumos registrados
Escolha o tipo de bioinsumo, preencha um ou mais campos e busque. Requer internet.
Guia de Cálculos Agronômicos — 3ª Edição
Consulte o guia completo por tópicos, direto no sistema — a teoria, as fórmulas e os exemplos por trás de cada calculadora
Meus dados
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Meus cálculos salvos
Cálculos guardados para revisão e uso futuro — visualize, baixe em PNG/PDF ou exclua
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Últimos cálculos realizados
Registro automático de cada cálculo executado nesta conta (últimos 100).
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